O fundo imobiliário MCCI11, sob gestão da Mauá Capital Real Estate, divulgou nesta quinta-feira (23) seu balanço mensal referente a março. No período, o FII registrou resultado de R$ 19,176 milhões, o que representa uma alta de 50,87% em relação a fevereiro, quando havia apurado R$ 12,7 milhões.
O desempenho foi impulsionado pela receita total de R$ 20,5 milhões, crescimento de 46,27% na comparação mensal, enquanto as despesas somaram R$ 1,36 milhão.

MCCI11 distribui proventos
Com isso, o MCCI11 distribuiu R$ 1,00 por cota em dividendos, mantendo o mesmo patamar dos últimos oito meses. O pagamento foi realizado em 20 de abril, com base na posição dos investidores em 13 de abril, data de corte.
Considerando a cotação de R$ 93,83 no fechamento de março, o fundo apresentou dividend yield (rendimento de dividendo) mensal de 1,07%. Já no acumulado de 12 meses, o retorno chega a 13,6%.
Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos de FIIs são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.
Além disso, o resultado mensal por cota foi de R$ 1,13, acima do valor distribuído. Dessa forma, o fundo reteve R$ 0,22 por cota em reservas, que podem ser utilizados para sustentar distribuições futuras.
Atualmente, o MCCI11 mantém guidance entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota para os proventos do primeiro semestre de 2026 (1S26).
Movimentações no portfólio
Em março, o fundo realizou movimentações relevantes em sua carteira, com investimentos de R$ 33,8 milhões, voltados à ampliação da exposição em operações estruturadas de crédito imobiliário.
Deste total, R$ 32 milhões foram destinados ao CRI LUX, papel remunerado a CDI + 3,00%, vinculado ao financiamento de quatro terrenos e ao desenvolvimento de um projeto residencial de alto padrão na região da Vila Nova Conceição, localizado em São Paulo (SP).
A operação conta com um pacote robusto de garantias, incluindo alienação fiduciária do imóvel, cessão de recebíveis, alienação de quotas, fundo de despesas e aval.
No encerramento do mês, o MCCI11 mantinha 93% do portfólio alocado em ativos-alvo, distribuídos entre 27 CRIs e 20 fundos imobiliários de crédito.
Além disso, o fundo possuía R$ 141,5 milhões (8,8% do patrimônio) investidos em FIIs de CRI negociados em mercado, e R$ 56,6 milhões (3,5%) alocados no MCRE11, também gerido pela casa.
Por fim, FIIs como o MCCI11 mostram como o segmento de crédito pode entregar renda consistente e previsibilidade, mas a qualidade das operações e das garantias faz toda a diferença.
Diante desse cenário, a Orion Research acompanha de perto e oferece carteiras recomendadas com foco em renda mensal sustentável e gestão de risco eficiente. Clique aqui e confira!











