O fundo imobiliário RBRY11, sob gestão da Pátria Investimentos, anunciou a distribuição de R$ 1,00 por cota em dividendos, referente ao desempenho de maio, mantendo o mesmo patamar do mês anterior.
De acordo com o cronograma, o pagamento será realizado em 17 de junho, para os investidores com posição no fundo em 10 de junho, data de corte. Desde 11 de junho, as cotas passaram a ser negociadas na condição “ex-direito”.
Com base na cotação de R$ 94,00 no fechamento de maio, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo é de 1,06%.
Em abril, o fundo registrou resultado distribuível de R$ 1,14 por cota. Como distribuiu R$ 1,00 por cota em maio, a parcela excedente foi retida em reserva, fortalecendo a capacidade de sustentar rendimentos futuros.
Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos distribuídos por fundos imobiliários como o RBRY11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os critérios legais aplicáveis.

RBRY11 mantém alocação em CRIs
Ao final do período, o RBRY11 mantinha 98,6% do patrimônio líquido alocado, com forte concentração em operações de crédito imobiliário.
Os CRIs e operações estruturadas representavam 92,4% do patrimônio líquido, distribuídos entre 54 CRIs e uma operação estruturada.
A rentabilidade média ponderada desses ativos era de 16,5% ao ano, equivalente a CDI + 2,4% ao ano. Já o prazo médio da carteira ficou em 2 anos, com spread médio de 2,5% ao ano.
Além disso, o CDI continuou sendo o principal indexador da carteira, representando 86% dos investimentos, com remuneração média de CDI + 4,0% ao ano e prazo médio de 2,1 anos.
Já os ativos indexados ao IPCA respondiam por 14% da carteira, com retorno médio de IPCA + 0,8% ao ano e prazo médio de 1,4 ano. O IGP-M possuía participação residual de 0,2%, remunerado a IGP-M + 10,2% ao ano.
Além da carteira de recebíveis, o RBRY11 mantinha 6,2% do patrimônio líquido investido em oito fundos imobiliários. A principal posição desse segmento era o RBRR11, que representava 3,2% do patrimônio líquido.
Por fim, o fundo realizou novas alocações em operações de crédito, incluindo Bild, com R$ 4,8 milhões, Pulverizado MK CDI, com R$ 4,4 milhões, e MOS Jardins e Pinheiros II, com R$ 2,3 milhões. Também entraram na carteira os CRIs Tael Série VII, com R$ 0,9 milhão, e Tael Série III, com R$ 0,4 milhão.
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