O fundo imobiliário HSLG11, sob gestão da HSI, informou ao mercado que registrou R$ 9,533 milhões em resultado no mês de junho, o que representa uma leve queda de 1,83% em relação a maio, quando apurou R$ 9,710 milhões.
De acordo com o relatório gerencial referente a junho, a receita total foi de R$ 13,699 milhões, enquanto as despesas somaram R$ 4,769 milhões no período.
Diante desse desempenho, o fundo anunciou a distribuição de R$ 0,74 por cota em dividendos, mantendo o mesmo patamar do mês anterior. O pagamento será realizado nesta terça-feira (15) para os investidores que estiveram posicionados no HSLG11 em 30 de junho, data de corte.
O valor segue o guidance divulgado pela gestão para 2026, entre R$ 0,74 e R$ 0,76 por cota. Considerando a cotação de R$ 88,00 no fechamento de junho, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo é de 0,84%.
Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos de fundos imobiliários como o HSLG11 são isentos de imposto de renda (IR) para pessoas físicas, o que eleva a atratividade do segmento.

Movimentações do HSLG11
Segundo o relatório gerencial, não houve reajustes nem revisões nos contratos de locação durante junho. Assim, o portfólio do HSLG11 encerrou o mês com aluguel nominal médio de R$ 26,80 por metro quadrado.
Além disso, os ativos permaneceram integralmente ocupados, com todos os locatários adimplentes.
A gestão destaca ainda que os valores de locação seguem competitivos e refletem o padrão construtivo AAA dos imóveis, além da localização estratégica dos ativos, todos situados a até 30 quilômetros das capitais mais próximas.
Situação do portfólio
Atualmente, o portfólio do HSLG11 reúne seis ativos logísticos, totalizando 548.542 metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), dos quais 507.951 metros quadrados correspondem à participação do fundo, equivalente a 92,6%.
Entre os ativos, os maiores aluguéis por metro quadrado estão em Araucária BTS Mercado Livre (R$ 35,60), Contagem (R$ 31,30), Manaus (R$ 27,50), Castelo (R$ 27,10), Dutra (R$ 24,20) e São José dos Pinhais (R$ 19,30).
Na composição das receitas, Casas Bahia representa 31,4% da receita imobiliária, sendo 28,1% por contratos diretos e 3,3% por sublocações. Na sequência aparecem Mercado Livre (13,5%), Bemol (13,1%), Assaí (10,5%), Comercial Esperança (7,7%), Ibratec (4,9%), Ativa Logística (3,9%) e OCQ (3,3%).
Regionalmente, a receita do fundo está concentrada em São Paulo (41,6%), Paraná (24,1%), Minas Gerais (21,1%) e Amazonas (13,2%).
Por fim, o valor patrimonial do portfólio corresponde a R$ 3.408 por metro quadrado, enquanto o valor de mercado é de R$ 2.872 por metro quadrado. O cap rate implícito é de 9,45% pelo valor patrimonial e de 11,21% considerando o valor de mercado.
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