O fundo imobiliário VGIR11, sob gestão da Valora, divulgou o balanço de dezembro com resultado de R$ 16,03 milhões, representando uma queda de 22,38% em relação a novembro, quando o lucro havia somado R$ 20,65 milhões.
O desempenho foi impactado principalmente pela redução do resultado operacional, mesmo com a receita total permanecendo em R$ 20,65 milhões, enquanto as despesas operacionais atingiram R$ 5,98 milhões no período.
Proventos do VGIR11
Com base no resultado, o VGIR11 distribuiu R$ 0,13 por cota em dividendos, totalizando um montante de R$ 18,99 milhões. O pagamento foi realizado em 20 de janeiro, para investidores posicionados no dia 13.
O provento equivale a uma rentabilidade líquida de CDI + 1,4% ao ano, considerando o valor patrimonial da cota ao final de novembro.
Nos últimos 12 meses, o fundo acumula uma distribuição de R$ 1,49 por cota, o que corresponde a uma rentabilidade líquida de CDI + 2,0% ao ano sobre a cota patrimonial, reforçando seu perfil de geração de renda atrelada à renda fixa imobiliária.
Desempenho da carteira
Segundo a Valora Gestão, a carteira do VGIR11 segue em condição considerada saudável, com monitoramento contínuo dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e acompanhamento ativo das operações.
Em dezembro, os investimentos em CRIs somaram R$ 260,2 milhões, distribuídos em oito operações, sendo cinco já presentes no portfólio.
Entre as novas, destaca-se o CRI Tecnisa 573E, com aporte de R$ 93,0 milhões e remuneração de CDI + 4,25% ao ano. Além do CRI Helbor 137E, com aplicação de R$ 70,0 milhões e cupom de CDI + 3,0% ao ano. Em seguida, figura-se o CRI São Benedito, que recebeu investimento de R$ 20,0 milhões e oferece retorno de CDI + 3,3% ao ano.
Além disso, o fundo reforçou posições já existentes, com aportes adicionais em operações como CRI Helbor 86E (R$ 33,7 milhões), Helbor 79E1S (R$ 32,9 milhões), Cantu Pneus (R$ 4,4 milhões), Helbor 440S (R$ 3,3 milhões) e Flow (R$ 2,8 milhões).
Ao final de dezembro, o VGIR11 contava com 257.056 cotistas, enquanto o volume médio diário negociado no mercado secundário alcançou R$ 4,7 milhões, indicando boa liquidez para o investidor.
Ademais, o fundo encerrou o mês com reserva de caixa de R$ 0,02 por cota, enquanto os investimentos em CRIs representavam 99,8% do patrimônio líquido, distribuídos em 57 operações distintas.
Por fim, com os fundos de CRI mantendo retornos atrativos atrelados ao CDI, entender a qualidade dos ativos, spreads e riscos de crédito faz toda a diferença. Dessa forma, a Orion Research analisa detalhadamente os fundos imobiliários de papel e aponta aqueles com melhor equilíbrio entre risco e retorno. Saiba mais!













