O fundo imobiliário VGIR11, com gestão da Valora, anunciou a distribuição de dividendos no valor de R$ 0,14 por cota, referente ao desempenho de julho. O pagamento está previsto para 19 de agosto.
Para ter direito ao provento, o cotista deve manter a posição até o fechamento do pregão de 12 de agosto, data de corte. A partir do dia 13 de agosto, as cotas serão negociadas ex-direito.
Além de ser o maior patamar já distribuido na história do fundo, ele também representa um aumento de 16,67% em relação ao pagamento do mês anterior, quando foram pagos R$ 0,12 por cota.
Com base na cotação de R$ 9,53 em 31 de julho, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal foi de 1,469%. Nos últimos 12 meses, o VGIR11 distribuiu R$ 1,3696 por cota. Enquanto nos últimos dois anos, a média mensal de pagamentos foi de R$ 0,1110.
Antes desse valor recorde, o fundo manteve, de abril a julho, o patamar estável de R$ 0,12 por cota. Confira o histórico recente de pagamentos:
| Data de corte | Data de pagamento | Valor por cota |
| 12/08/2025 | 19/08/2025 | R$ 0,14 |
| 10/07/2025 | 17/07/2025 | R$ 0,12 |
| 11/06/2025 | 18/06/2025 | R$ 0,12 |
| 13/05/2025 | 20/05/2025 | R$ 0,12 |
| 10/04/2025 | 17/04/2025 | R$ 0,12 |
| 14/03/2025 | 21/03/2025 | R$ 0,11 |
| 12/02/2025 | 19/02/2025 | R$ 0,11 |
| 13/01/2025 | 20/01/2025 | R$ 0,10958377 |
| 11/12/2024 | 18/12/2024 | R$ 0,11 |
| 12/11/2024 | 21/11/2024 | R$ 0,11 |
| 10/10/2024 | 17/10/2024 | R$ 0,10 |
| 11/09/2024 | 18/09/2024 | R$ 0,10 |
Atividade da carteira do VGIR11
Em julho, o VGIR11 encerrou o mês com 108,8% de seu patrimônio líquido alocado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), totalizando R$ 1,533 bilhão distribuídos em 58 operações.
O fundo também mantinha R$ 139,1 milhões em operações de venda e recompra futura de CRIs, com custo médio de CDI + 0,78% ao ano. A estratégia reduziu a alavancagem, enquanto os recursos remanescentes foram direcionados para instrumentos de caixa.
Em junho, o fundo contabilizava 258.790 cotistas, com média diária de negociação de R$ 5,4 milhões e reserva de caixa equivalente a R$ 0,01 por cota. Segundo a Valora, o foco segue no crédito estruturado, e os ativos permanecem saudáveis.











