O fundo imobiliário VISC11, sob gestão da Vinci Real Estate, divulgou o balanço de outubro com resultado de R$ 21,065 milhões, o equivalente a R$ 0,73 por cota, valor próximo ao registrado em setembro, quando o fundo apresentou R$ 21,9 milhões.
Os números refletem o desempenho das remessas de shoppings, que somaram R$ 26,59 milhões no período, ou R$ 0,92 por cota.
Durante o mês, o portfólio do fundo atingiu a maior taxa de ocupação dos últimos cinco anos, encerrando outubro em 94,8%, um avanço de 0,9 ponto percentual (p.p.) em relação a outubro de 2024.
Futuras distribuições
Com base no desempenho, o VISC11 anunciou a distribuição de R$ 0,81 por cota em dividendos, com pagamento previsto para sexta-feira (14). Mesmo após o repasse, o fundo mantém R$ 21,667 milhões em reserva acumulada não distribuída, o que reforça a estabilidade dos proventos.
Além disso, segundo a Vinci Real Estate, o Shopping Paralela FII, localizado em Salvador (BA) e integralmente detido pelo VISC11, possui R$ 10 milhões de resultado acumulado, equivalentes a R$ 0,35 por cota.
Assim, é esperado que as distribuições permaneçam estáveis entre R$ 0,80 e R$ 0,85 por cota até dezembro, embora a gestora ressalte que a projeção não deve ser interpretada como garantia de rentabilidade.
Outros destaques do VISC11
Em comparação ao mesmo período do ano anterior, o VISC11 apresentou crescimento de 11,2% no NOI/metro quadrado e 11,2% no NOI caixa, enquanto as vendas/metro quadrado subiram 3,4% na mesma base de comparação.
Acompanhando o bom desempenho, os indicadores de mesmas lojas também evoluíram. O SSS (vendas) avançou +3,1% e o SSR (aluguel) subiu +7,2% ano contra ano. Os níveis de desconto (2,3%) e inadimplência líquida (2,7%) permaneceram sob controle.
No encerramento de outubro, o VISC11 contabilizava 337.631 cotistas, valor de mercado de aproximadamente R$ 3,1 bilhões e volume médio diário de negociação de R$ 4,6 milhões, representando giro de 3% das cotas no mês.
O patrimônio líquido somava R$ 3,5 bilhões, com participações em shoppings totalizando R$ 4,0 bilhões. Já o caixa estava em R$ 220,1 milhões, sendo R$ 213,9 milhões em títulos públicos e fundos DI de liquidez imediata e R$ 6,1 milhões em cotas de FIIs.












