O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) iniciou a semana em desvalorização e fechou em queda nesta segunda-feira (20), com fundos imobiliários como o OUJP11 se destacando na ponta positiva.
No fechamento do pregão, o principal indicador do mercado de fundos imobiliários recuou 0,25%, encerrando o dia aos 3.836,98 pontos. A baixa representa uma perda de 9,55 pontos em relação ao fechamento da véspera.
Ao longo da sessão, o IFIX chegou à máxima de 3.853,81 pontos e à mínima de 3.836,17 pontos. O fechamento ocorreu próximo da mínima do dia, mantendo o índice abaixo do patamar de 3.840 pontos.

Altas e baixas do IFIX
Entre os destaques desta segunda-feira, a ponta positiva do IFIX ficou por conta do OUJP11, fundo imobiliário da JPP Gestão, que liderou os ganhos com valorização de 2,24%, encerrando a sessão cotado a R$ 73,57.
Na sequência, o TGAR11, da TG Core Asset, avançou 1,46%, fechando a R$ 51,17. Já o SNFF11, gerido pela Suno Asset, registrou alta de 1,43%, encerrando o dia cotado a R$ 72,52.
Em junho, o fundo da Suno registrou o maior volume de negociações desde o seu lançamento. Segundo dados da gestora, as cotas movimentaram mais de R$ 150 milhões ao longo do mês.
Já na ponta negativa, o CACR11, da Cartesia Capital, apresentou a maior queda da sessão, com recuo de 5,61%, sendo negociado a R$ 18,00. Além disso, o TRBL11, gerido pela Rio Bravo e Tellus, caiu 2,69%, encerrando a R$ 59,90.
IFIX amplia base de investidores
Entre maio e junho, o IFIX ganhou 41 mil novos investidores, segundo a Bolsa brasileira (B3), conforme divulgado em seu Boletim de Produtos. Com isso, a base de investidores passou de 3,209 milhões para 3,25 milhões.
No mesmo período, o número de fundos imobiliários negociados na bolsa aumentou de 435 para 438, enquanto o estoque de ativos mantidos em custódia recuou de R$ 198 bilhões para R$ 196 bilhões, de acordo com dados da B3.
O crescimento da base de investidores ocorre em um cenário no qual os fundos imobiliários seguem atraindo atenção de quem busca diversificação, geração recorrente de renda e exposição ao mercado imobiliário por meio de ativos negociados em bolsa.
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