O fundo imobiliário GARE11, gerido pela Guardian Gestora, anunciou a distribuição de R$ 0,083 por cota em dividendos aos cotistas, valor referente ao desempenho de abril e em linha com o patamar mantido nos últimos 15 meses.
O pagamento está previsto para 8 de maio, com base na posição dos investidores em 30 de abril, data de corte. A partir de 1º de maio, as cotas passaram a ser negociadas na condição “ex-direito”.
Considerando a cotação de R$ 8,38 no fechamento de abril, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo é de 0,98%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o retorno soma 11,80%.
Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos de fundos imobiliários como o GARE11 são isentos de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas, o que reforça a atratividade do segmento.
Além disso, a gestão manteve o guidance de distribuição entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota, diante do processo recente de reciclagem de portfólio, redução de alavancagem e reorganização da estrutura de capital.

GARE11: Recursos da 7ª emissão
No relatório gerencial mais recente, o GARE11 detalhou a destinação dos recursos captados em sua 7ª emissão de cotas, concluída em dezembro de 2025, que levantou cerca de R$ 1,27 bilhão.
Entre as movimentações, o fundo já iniciou aquisições imobiliárias, reforço de caixa e aplicações financeiras temporárias, enquanto novas operações são estruturadas.
Segundo a Guardian Gestora, aproximadamente R$ 676 milhões foram destinados à compra de imóveis, incluindo ativos já anunciados e outros ainda condicionados ao cumprimento de etapas como diligências técnicas e aprovações regulatórias.
Além disso, cerca de R$ 310 milhões permanecem em caixa, fortalecendo a liquidez do fundo e garantindo maior flexibilidade para futuras alocações.
Já outros R$ 310 milhões foram mantidos em caixa livre, o que reforça o colchão de liquidez da carteira e oferece flexibilidade para novas alocações.
Já outros R$ 290 milhões foram aplicados em títulos e valores mobiliários (TVMs), com destaque para CRIs e uma posição pontual no GAME11, adquiridos no mercado secundário.
“A alocação em CRIs é funcional à estratégia do Fundo e cumpre papéis distintos: rentabilizar o caixa com liquidez, contribuir para a desalavancagem do fundo e, por meio de CRIs atrelados”, explicou a gestão.
Por fim, com a manutenção de dividendos e reestruturação do portfólio, acompanhar a estratégia de alocação e a consistência dos rendimentos se torna fundamental. Dessa forma, vale conferir as carteiras recomendadas da Orion Research, que selecionam FIIs com foco em renda e previsibilidade no atual ciclo de mercado. Clique aqui e saiba mais!













