O fundo imobiliário XPCI11, sob gestão da XP Vista, reportou resultado de R$ 7,5 milhões em março, avanço de cerca de 6% frente ao mês anterior, quando havia registrado R$ 7,081 milhões.
O desempenho acompanha a receita total, que somou R$ 8,136 milhões no período, também em alta na comparação mensal. Já as despesas ficaram em R$ 629,29 mil, mantendo o impacto controlado sobre o resultado final.
Com isso, o XPCI11 distribuiu R$ 0,85 por cota em dividendos, mantendo o mesmo patamar de fevereiro. O pagamento foi realizado em 15 de abril, considerando a posição dos investidores em 31 de março, data de corte.
Com base na cotação de fechamento do mês, o dividend yield (rendimento de dividendo) anualizado do fundo é de 12,64%. Considerando o gross-up de 15% de impostos, o retorno equivalente chega a 15,01%.
Além disso, os rendimentos e ganhos de capital apurados pelo regime de caixa totalizaram R$ 0,86 por cota, equivalentes aos R$ 7,5 milhões registrados no período.

Detalhes da receita
Em relação à receita, o book de CRIs foi responsável por R$ 7,2 milhões em rendimentos no mês, enquanto a carteira de FIIs contribuiu com R$ 0,69 milhão.
Dessa forma, o XPCI11 encerrou março com uma reserva acumulada de correção monetária de R$ 2,29 milhões, equivalente a R$ 0,26 por cota.
Ademais, a carteira do fundo permaneceu sem movimentações relevantes no período. O portfólio era composto por 47 CRIs e 6 FIIs, totalizando R$ 765 milhões alocados.
Por fim, o fundo mantinha R$ 10 milhões em ativos de liquidez, destinados ao pagamento de despesas e à alocação em oportunidades pontuais.
Estratégia do XPCI11
Atualmente, o XPCI11 segue com alocação diversificada entre ativos e indexadores, com foco na geração de resultados consistentes no longo prazo.
Além disso, a gestão mantém a estratégia de originação e estruturação própria de CRIs considerados de boa qualidade. Segundo a XP Vista, esse modelo permite capturar prêmios nas taxas dos ativos e gerar ganhos de capital no mercado secundário.
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