O fundo imobiliário RBRF11, gerido pela RBR Alpha, avança em sua liquidação na Bolsa de Valores brasileira (B3), após a incorporação de seus ativos pelo RBRX11, da RBR Plus, ser aprovada. A compra e venda das cotas foram suspensas em 3 de outubro, após o último dia de negociação na B3, em 2 de outubro.
Com isso, inicia-se o processo para a próxima etapa, na qual os cotistas deverão informar o custo médio de aquisição das cotas a fim de viabilizar o cálculo correto do Imposto de Renda (IR) e evitar tributação indevida. Segundo o BTG Pactual, o prazo previsto para o envio das informações é até 18 de novembro,, seguindo todas as orientações oficiais do administrador.
Confira o cronograma completo:

RBRF11: Impactos da consolidação
Com a consolidação dos portfólios, aprovada em assembleia geral de cotistas, o RBRF11 será liquidado e suas cotas serão entregues aos atuais investidores do RBRX11. Para isso, os cotistas devem se manter atualizados através do Portal do Investidor do BTG Pactual, onde poderão solicitar o primeiro acesso caso ainda não tenham cadastro ativo.
O patrimônio líquido do RBRX11 será elevado para cerca de R$ 1,47 bilhão, distribuído entre mais de 130 mil cotistas. Além disso, também apresentará redução na taxa de gestão, de 1,1% para 0,8% ao ano durante os seis primeiros meses após a integralização.
Devido ao fundo resultante ter maior liberdade na gestão da carteira e acesso direto ao mercado imobiliário, a incorporação traz a possibilidade de acessar ativos relevantes que antes estavam fora do escopo do fundo, limitado a cotas de outros FIIs e títulos de crédito, ampliando significativamente o leque de oportunidades disponíveis.
Os cotistas do RBRX11 ainda poderão se beneficiar da estrutura mais eficiente do fundo e das condições aprimoradas de investimento. O FII oferece, assim, uma perspectiva de aumento na liquidez no mercado secundário.











