Com o avanço das inteligências artificiais, diversas companhias têm aproveitado o momento para explorar comercialmente a tecnologia. No entanto, o diretor de IA e dados do Magazine Luiza (MGLU3), Caio Gomes, avalia que muitas dessas iniciativas ainda não geram melhorias práticas para os clientes.
Atualmente, o Magalu aposta no chamado “WhatsApp da Lu”, um modelo de IA generativa que se tornou protagonista do novo ciclo estratégico da companhia. A proposta da ferramenta é destravar valor no varejo por meio da inteligência artificial.
Segundo o diretor, a empresa afirma ter obtido mais lucro com modelos de IA generativa do que gigantes globais como OpenAI, Google e Anthropic, que ainda acumulam prejuízos bilionários com a tecnologia.
“A OpenAI chegou a anunciar que faria algo semelhante. Mas, como se sabe, não conseguiu avançar como nós. Nenhuma outra empresa, como Amazon ou Alibaba, entregou algo nesse nível”, afirmou Gomes.

Como a Magalu (MGLU3) lucra com IA
Dentro de sua estrutura, o Magalu conta com uma diretoria dedicada exclusivamente a IA e dados, com mais de 100 profissionais focados no desenvolvimento de modelos generativos e discriminativos.
“Atuamos de forma transversal na empresa. Ou seja, passamos por todas as áreas, com diferentes aplicações. Mas talvez a principal novidade e o maior avanço recente tenha sido o novo modo de compra que lançamos em outubro: o ‘WhatsApp da Lu’”, explicou Gomes.
Assim, a empresa fica na vanguarda das aplicabilidades de IA no setor e é um destaque não só no Brasil, como globalmente. Apesar do avanço, o diretor destaca que muitas empresas ainda falham ao tentar implementar inteligência artificial sem um objetivo claro.
Segundo ele, esse é um dos principais erros do mercado atualmente, investir na tecnologia sem uma aplicação prática definida para o consumidor final.
Com a ferramenta, o cliente pesquisa produtos, tira dúvidas e finalizacompras diretamente por conversa com a assistente virtual, trazendo como diferencial a naturalidade da interação.
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