O fundo imobiliário KNRI11, sob gestão da Kinea, divulgou a distribuição de R$ 1,10 por cota em dividendos, referente ao desempenho de maio, mantendo o mesmo patamar dos últimos três meses, desde março deste ano.
Segundo o cronograma, o pagamento será efetuado em 15 de junho, para investidores posicionados no fundo em 29 de maio, data de corte. A partir de 30 de maio, as cotas passaram a ser negociadas na condição “ex-direito”.
Com base na cotação de R$ 162,53 no fechamento de maio, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo foi de 0,68%.
Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos distribuídos por fundos imobiliários como o KNRI11 seguem isentos de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas, desde que os critérios exigidos sejam atendidos.

Desempenho do KNRI11
Embora os proventos do KNRI11 tenham como referência o desempenho do fundo em maio, o relatório gerencial do período ainda não foi divulgado.
No entanto, em abril, o fundo apresentou movimentação relevante no mercado secundário, com 815.780 cotas negociadas, volume equivalente a aproximadamente 2,89% do total emitido.
Além disso, a liquidez média diária alcançou R$ 6,789 milhões, enquanto o volume médio por negócio ficou em R$ 1.548,89.
O fundo também segue entre os principais componentes do Ifix, ocupando atualmente a sétima maior participação do índice, com peso de 2,891%.
Carteira do fundo
Ainda em abril, o KNRI11 encerrou o período sem alterações em sua carteira. Com isso, a vacância física permaneceu em 4,20%, enquanto a vacância financeira ficou em 5,41%.
Considerando ajustes relacionados aos períodos de carência previstos em contratos recentes, a vacância financeira ajustada avançou para 5,61%.
Atualmente, o portfólio do fundo é composto por 19 propriedades, sendo 12 edifícios corporativos e 7 centros logísticos, mantendo uma distribuição considerada equilibrada tanto em área quanto em geração de receita.
Além disso, o fundo conta com mais de 150 inquilinos, com maior exposição ao segmento industrial, responsável por 42% da carteira. Na sequência aparecem os setores comercial (24%), serviços (16%) e financeiro (8%).
Em relação aos contratos, o prazo médio consolidado é de 9,44 anos. Entre os imóveis corporativos, esse período é de 7,76 anos, enquanto os ativos logísticos possuem contratos mais longos, com média de 11,86 anos.
Para investidores que acompanham FIIs, além dos dividendos mensais, indicadores como vacância, diversificação e liquidez ajudam a avaliar a consistência do portfólio no longo prazo. Assim, as carteiras recomendadas da Orion Research podem servir como apoio complementar para análise e seleção de ativos focados em renda. Confira clicando aqui!










