O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix) fechou em queda de 0,11% em relação a véspera nesta quinta-feira (9), em 3.573,37 pontos. Com isso, o indicador já acumula redução de 0,45% em outubro, mas mantém alta de 14,67% no ano.
A leve baixa veio após a caducidade da Medida Provisória 1303/23, cujo texto original previa a tributação de dividendos de FIIs e Fiagros em 5%. Com o vencimento do prazo de validade de 120 dias, a proposta perdeu efeito, conforme o termo utilizado pelo Congresso, “caducar”.
No início do dia, o Ifix chegou a operar em positivo, mas reverteu o movimento antes do meio-dia. Durante a tarde, por volta das 14h (horário de Brasília), o índice permaneceu em queda e se recuperou levemente próximo ao fechamento, encerrando apenas dois pontos acima da mínima do dia, de 3.571,74 pontos.
Os especialistas destacam que os impactos da não tributação foram mínimos, pois o texto já havia sido modificado, retomando a isenção dos proventos. O mercado agora passa a temer o risco de não cumprimento de metas fiscais pelo governo já neste ano e também em 2026.
Destaques do Ifix
Entre os destaques da sessão desta quinta-feira (9), está o fundo imobiliário AIEC11, gerido pela Arch Capital, com alta de 0,97%, valendo R$ 52,00. Em sequência, o VRTM11, da Fator Administração, avançava 0,88%, a R$ 6,89, e o HSLG11, da HSI, tinha valorização de 0,69%, fechando em R$ 87,90.
Já na ponta negativa, o TEPP11, sob gestão da Tellus Investimento, caia 2,18%, com fechamento em R$ 80,00, seguido pelo HGBS11, da Hedge Investimentos, que caiu 1,49%, a R$ 19,86. Ambos realizam a distribuição de dividendos nesta terça-feira (14), de R$ 0,74 e R$ 0,15 por cota, respectivamente.
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