O fundo imobiliário HGLG11, gerido pela Patria Investimentos, divulgou o balanço de outubro com lucro líquido de R$ 32,246 milhões, representando uma queda de cerca de 18% em relação ao mês anterior, quando o resultado foi de R$ 36,939 milhões.
A receita total alcançou R$ 40,907 milhões, o equivalente a R$ 1,21 por cota. Após o desconto das despesas operacionais, o valor ajustado ficou em R$ 0,95 por cota. No período, o fundo também gerou uma receita extraordinária de R$ 0,02 por cota, impulsionada pela menor exposição a outros FIIs.
Com isso, o HGLG11 distribuiu R$ 1,10 por cota em dividendos, mantendo o nível dos últimos proventos e reduzindo a reserva acumulada para R$ 0,35 por cota. O pagamento ocorreu em 14 de novembro, com base na posição registrada em 31 de outubro.
Além disso, em outubro o fundo movimentou seu portfólio com a saída da Westing no ativo Syslog, substituída pela entrada da Shineducs no mesmo módulo, o que evitou alteração na vacância.
A ocupação também foi reforçada com a chegada da Hubhouse, em São José dos Campos, elevando o índice para 2,8% ao final de outubro.
Outras movimentações do HGLG11
Até o fim do ano, o HGLG11 prevê diversas desocupações no portfólio, como a saída da Exito, Roja e Eletrobras no Syslog. Além da Plastic Omnium no ativo de São José dos Campos e da Memodoc em Duque de Caxias.
Em 2026, será a vez da TLS deixar o ativo CLE, seguida pela saída da RV Imola no imóvel de Ribeirão Preto, prevista para fevereiro. Essas movimentações devem elevar a vacância física para 4,6% no segundo mês de 2026.
Assim, o fundo apresentava alavancagem de 12,1% no mês em relação ao portfólio, índice que sobe para 14,3% ao considerar a dívida das SPEs.
Por fim, a gestora afirma que essa estrutura está alinhada ao plano de expansão do fundo e recebe monitoramento constante.












