O fundo imobiliário GGRC11, administrado pela Zagros Capital, finalizou a compra dos quatro galpões logísticos do portfólio do RELG11, da Rec Logística focado em imóveis logísticos, no valor total de R$ 133.456.200,44.
O pagamento ocorrerá via compensação financeira de créditos, referentes à aquisição de 11.789.417 de cotas da 9ª emissão do GGRC11 ao RELG11, ainda em andamento. Além disso, existe a possibilidade de um ajuste de preço de até 10%, a ser avaliado em duas etapas, no 6º e no 12º mês após a liberação das novas cotas no mercado secundário.
Ademais, o impacto no resultado mensal do RELG11 será com base no atual patamar de distribuição do GGRC11, de R$ 10 por cota, chegando de R$ 0,75 a R$ 0,79 por cota. A compra foi assentida com a assinatura dos dois FIIs sobre um contrato.
Aquisições do GGRC11
De acordo com o compromisso de compra e venda, os ativos somam cerca de 50 mil metros quadrados de área bruta lócavel (ABL) divididos entre:
- REC Log Cotia, localizado em São Paulo, com 18.078,00 m², ocupado pela New Space até 2032.
- REC Log Extrema, localizado em Minas Gerais, com 11.616,00 m², ocupado pelas empresas Máxima/Hinode e Arclad até 2028.
- REC Log Contagem, também localizado em Minas Gerais, com 8.080,00 m², ocupado pela P&P Distribuidora até 2028.
- REC Log Queimados, localizado no Rio de Janeiro, com 12.335,00 m², ocupado pelas empresas Praobra, Shalloon, TCI BPO e Mauser, até 2025, 2028, 2029 e 2033, respectivamente.
Dos quatro imóveis, somente o REC Log Queimados possui espaço de locação, com 87,7% de ocupação. Com isso, a vacância geral do portfólio chega a 3%, com 33 imóveis e ABL de cerca de 630 mil m². Com a conclusão o GGRC11 passa a ter direito à 100% dos aluguéis dos ativos adquiridos, proporcionalmente à data do fechamento do negócio.
O RELG11 deixa de ter imóveis na sua carteira após a venda, porém gerando dividendos distribuídos pelo GGR Covepi. Até o momento a gestão não divulgou o impacto na distribuição dos proventos mensais do fundo imobiliário.






