O fundo imobiliário GARE11, gerido pela Guardian Gestora, divulgou a distribuição de R$ 0,083 por cota em dividendos, referente ao desempenho de maio, mantendo o mesmo patamar dos últimos 16 meses.
O pagamento está previsto para 8 de junho, considerando a posição dos investidores em 29 de maio, data de corte. A partir de 30 de maio, as cotas passaram a ser negociadas “ex-direito”.
Com base na cotação de R$ 8,35 no fechamento de maio, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo foi de 0,99%.
Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos distribuídos por fundos imobiliários como o GARE11 seguem isentos de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas, desde que os critérios exigidos sejam atendidos.

GARE11 amplia base de cotistas
Em maio, o GARE11 também alcançou um marco importante em sua base de investidores. No período, o fundo registrou 511.604 cotistas, ultrapassando pela primeira vez a marca de 500 mil investidores.
Assim, o fundo imobiliário passa a ocupar a posição de quinto maior FII do Ifix em número de cotistas.
Entre os fundos de tijolo, o GARE11 aparece na terceira posição, atrás apenas do XPML11 (XP Vista) e do HGLG11 (Patria Investimentos), de acordo com levantamento elaborado pela Guardian com base em dados da Economática.
Além disso, o estudo aponta que o fundo adiciona, em média, 12.901 novos investidores por mês, liderando o crescimento entre os principais FIIs do mercado, como MXRF11, XPML11, HGLG11 e KNCR11.
Patrimônio e guidance do FII
No encerramento de maio, o GARE11 apresentou patrimônio líquido de R$ 2,73 bilhões, com 33 imóveis em carteira e 463,6 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) distribuídos em 15 estados brasileiros. Além disso, o fundo segue com vacância zerada.
A Guardian também destacou que, entre os 57 FIIs com patrimônio acima de R$ 1 bilhão, o GARE11 lidera em liquidez, movimentando diariamente o equivalente a 2,6 vezes a média do grupo.
Para 2026, a gestora manteve o guidance de rendimentos entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota, após o processo de reciclagem do portfólio, redução da alavancagem e reorganização da estrutura de capital do fundo.
Além dos dividendos, fatores como crescimento da base de cotistas, vacância zerada e estratégia de expansão também ajudam investidores a acompanhar a qualidade dos FIIs no longo prazo. Para acompanhar essas análises, vale conhecer as carteiras recomendadas da Orion Research, que podem ajudar na tomada de decisão. Confira clicando aqui!












