O fundo imobiliário CPTS11, com gestão da Capitânia S.A., divulgou os resultados de julho, registrando lucro líquido de R$ 27,719 milhões, um crescimento de 0,84% em relação ao mês anterior, quando obteve R$ 27,487 milhões. O desempenho foi impulsionado pela receita total de R$ 38,989 milhões, que contou com despesas operacionais de R$ 11,27 milhões.
O fundo também realizou a distribuição de dividendo no valor de R$ 0,086 por cota, acumulando R$ 0,001 por cota ao longo do mês. Considerando a cotação de R$ 7,28 no último fechamento de julho, o dividend yield (rendimento de dividendo) anualizado é de 12,92%.
Segundo levantamento do Clube FII, o preço de mercado apresenta um desconto de aproximadamente 17,9% em relação ao valor patrimonial de R$ 8,87. No período, a rentabilidade de mercado foi de -1,39%, enquanto o retorno patrimonial atingia 0,48%.
Projeções do CPTS11 para 2025
Em documento divulgado aos cotistas, o CPTS11 divulgou seu guidance para os próximos meses, com distribuições entre R$ 0,075 e R$ 0,095 por cota, considerando o cenário e as premissas atuais do mercado.
No pregão de quarta-feira (27), o fundo atingiu sua cotação máxima no mês, acompanhando a valorização do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix), que registrou sua quinta alta consecutiva. Esse valor superou, inclusive, as cotações dos dias 12 e 19 de agosto, datas de anúncio e pagamento dos dividendos.
Até o momento, a mínima de agosto foi registrada em 13 de agosto, quando o fundo atingiu R$ 7,17, representando uma queda de 2% em relação à alta recente. No acumulado do ano, a máxima foi registrada em 30 de abril, a R$ 7,63.
O CPTS11 conta com um patrimônio líquido de R$ 2,914 bilhões, ou R$ 8,87 por cota, com um portfólio composto por 83 ativos que somam 58,8% dos recursos alocados, sendo 86,2% em FIIs de tijolo e 13,8% no segmento de papel.






