O fundo imobiliário BTLG11, gerido pelo BTG Pactual, divulgou seu relatório operacional referente a julho no qual registrou lucro líquido de R$ 45,7 milhões, representando um aumento de 45,45% em relação ao mês anterior, quando o resultado foi de R$ 31,4 milhões. No período, a receita total do fundo alcançou R$ 49,2 milhões.
O lucro operacional líquido (NOI) foi de R$ 30,04 milhões. A distribuição de dividendos do mês foi mantida em R$ 0,78 por cota, o que, com base na cotação do fechamento de julho, representa um dividend yield (rendimento de dividendo) mensal de 9,5%.
O provento foi parcialmente impulsionado pelo pagamento de R$ 366 milhões, relacionado aos ativos Cajamar I, Cajamar II e Campinas II, o que levou a uma distribuição ajustada e alinhada ao rendimento de caixa de julho.
Outro destaque do mês, foi a venda do imóvel BTLG Campinas, que gerou um lucro líquido de R$ 4,2 milhões para o fundo, equivalente a R$ 0,09 por cota. Além disso, a operação elevou a reserva do BTLG11 para R$ 0,86 por cota.
BTLG11: Situação do portfólio
Atualmente, o portfólio do BTLG11 é composto por 33 imóveis, somando 1,3 milhão de metros quadrados de área bruta locável (ABL). Cerca de 90% desses ativos estão localizados em São Paulo, com uma taxa de vacância financeira de apenas 1,9%.
Nas negociações comerciais, o BTG Pactual segue com tratativas contratuais com inquilinos, especialmente no BTLG Mauá (SP), onde as conversas estão avançadas para a assinatura de dois novos contratos.
Além disso, o fundo renovou contratos em ativos como BTLG Louveira V, VI e VII por mais três anos, em acordo com um importante cliente que representa cerca de 6% da receita. O novo contrato fortalece as multas por rescisão antecipada, aumentando a estabilidade da receita.
Para as áreas ainda vagas, a gestão segue ativa na busca por novos inquilinos com o objetivo de reduzir ainda mais a vacância da carteira.






