O fundo imobiliário BTLG11, sob gestão do BTG Pactual, divulgou aos cotistas nesta quarta-feira (15) a distribuição de R$ 0,81 por cota em dividendos, referente ao desempenho de março.
O valor representa um crescimento de 1,25% em relação ao mês anterior e marca o maior patamar dos últimos 15 meses, repetindo o nível pago em janeiro de 2025.
Segundo o comunicado, o pagamento será realizado em 24 de abril, para investidores com posição em 15 de abril, data de corte. A partir de 16 de abril, as cotas passam a ser negociadas na condição ex-direito.
Além disso, com base na cotação de R$ 103,35 no fechamento de março, o fundo apresenta um dividend yield (rendimento de dividendo) mensal de 0,78%.
Nos últimos 12 meses, a distribuição acumulada totaliza R$ 9,45 por cota, o que equivale a um retorno anual de 9,12%.
Vale destacar que, conforme a legislação vigente, os rendimentos de FIIs como o BTLG11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que reforça a atratividade do segmento.

Estratégia do BTLG11
Com foco no segmento logístico, o BTLG11 busca geração de renda recorrente e ganho de capital por meio da exploração de galpões e ativos industriais.
Atualmente, o fundo possui 34 imóveis em seu portfólio, que somam 1,4 milhão de metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL). Desse total, cerca de 92% estão localizados no estado de São Paulo, principal eixo logístico do país.
Além disso, o fundo apresenta vacância financeira de 2,9%, patamar considerado baixo e indicativo de boa ocupação dos ativos.
Locações e renovações de contrato
Em março, o BTLG11 registrou movimentações relevantes na frente comercial. Entre os destaques, está a locação de um módulo de 2,7 mil metros quadrados no ativo de Ribeirão Preto para uma empresa do setor varejista, com contrato de cinco anos e aluguel 43% superior ao anterior.
No ativo de Mauá, o fundo também avançou em renegociações, com revisão de contrato de uma locatária que representa 51% da ABL do imóvel, resultando em aumento de 25% no aluguel e extensão do prazo por mais cinco anos a partir de 2027.
Além disso, cerca de 80% da área do empreendimento já passou por revisões contratuais, acumulando ganho real médio de 24%.
Já no ativo Louveira IV, foi concluída a revisão de contrato com ganho real de 17%, sendo o primeiro imóvel revisado entre os adquiridos na 13ª emissão de cotas, realizada no segundo semestre de 2024 (2S24).
Por fim, os contratos com vencimento em 2026 já estão em fase de negociação, com expectativa de novos ganhos reais nas renovações, o que pode sustentar a evolução dos rendimentos ao longo dos próximos períodos.
Em um cenário de renda recorrente e ganhos via revisões contratuais, acompanhar FIIs com gestão ativa pode fazer diferença na carteira. A Orion Research mantém carteiras recomendadas com foco em fundos de alta qualidade, buscando equilibrar rendimento e valorização no longo prazo. Clique aqui e confira!













