O fundo imobiliário BTLG11, sob gestão do BTG Pactual, informou nesta quinta-feira (16) a conclusão do pagamento da aquisição de um portfólio de 13 ativos logísticos, anunciada originalmente em outubro de 2024.
Segundo o comunicado, a transação foi totalmente quitada após o pagamento da última parcela, no valor de R$ 661 milhões. Com isso, o fundo passa a deter integralmente os imóveis, localizados majoritariamente no estado de São Paulo, que somam cerca de 541 mil metros quadrados de ABL.
No total, a operação foi avaliada em R$ 1,77 bilhão. Desse montante, aproximadamente 65% já haviam sido pagos na data do anúncio, utilizando recursos de uma emissão de cotas realizada no início de 2024.
O saldo restante, de cerca de R$ 614,25 milhões, foi quitado ao longo de até 18 meses, com correção pelo IPCA.

Detalhes dos imóveis adquiridos
O BTLG11 ressalta que o comunicado desta semana não se trata de uma nova aquisição, mas sim da conclusão financeira de uma operação já informada anteriormente ao mercado.
Com a conclusão, o fundo passa a deter integralmente os imóveis, sendo nove galpões que formam o complexo BTLG Louveira, com ABL total de 361.922 metros quadrados e participação de 63% na receita do lote adquirido.
Além disso, o portfólio inclui o BTLG Itapevi, em Itapevi, com ABL de 73.242 metros quadrados e 20% da receita, e o BTLG SBC I, em São Bernardo do Campo, com ABL de 47.752 metros quadrados e 11% da receita.
Por fim, também integram o portfólio o BTLG Suape, em Ipojuca, com ABL de 35.962 metros quadrados e 4% da receita, e o BTLG Queimados, em Queimados, com ABL de 22.783 metros quadrados e 2% da receita.
Efeitos para o BTLG11
Com a conclusão da operação, o BTLG11 reforça sua estratégia focada em galpões logísticos e industriais, voltada à geração de renda recorrente e ganho de capital.
Assim, o mercado volta a atenção para os próximos relatórios gerenciais, que devem evidenciar os impactos da incorporação dos ativos em indicadores como receita, vacância e revisões contratuais.
Ademais, o fundo passa a contar com 34 imóveis em seu portfólio, totalizando aproximadamente 1,4 milhão de metros quadrados de ABL, sendo cerca de 92% concentrados em São Paulo, principal eixo logístico do país.
Por fim, a movimentação consolida uma das principais expansões recentes do fundo e reforça o apetite por ativos logísticos bem localizados, em linha com a demanda crescente do setor. Assim, a Orion Research acompanha de perto os FIIs do segmento e mantém carteiras recomendadas com foco em renda consistente e valorização no longo prazo. Saiba mais clicando aqui!











