O fundo imobiliário BTLG11, sob gestão do BTG Pactual, anunciou a conclusão de sua 14ª emissão de cotas, que movimentou R$ 603,56 milhões. Ao todo, foram emitidas 5.803.420 novas cotas, com preço unitário de R$ 104,00.
Segundo o comunicado da gestora, 1.279 investidores pessoas físicas participaram da oferta, adquirindo 982.350 cotas, o que equivale a uma parcela significativa do total. Além disso, dois fundos de investimento responderam pela maior fatia da emissão, comprando 4.521.733 cotas.
Além disso, os investidores estrangeiros também marcaram presença, somando 10.979 cotas em investimentos, enquanto demais pessoas jurídicas, totalizaram 10 investidores, resultando na subscrição de mais 288.358 cotas na emissão.
Não houve qualquer participação de clubes de investimento, entidades de previdência privada, seguradoras ou instituições financeiras vinculadas ao emissor ou ao consórcio de distribuição.
BTLG11: Estratégia e portfólio
O BTLG11 tem como foco a geração de renda recorrente e valorização de capital, com investimentos voltados ao setor logístico. O fundo busca ativos com localização estratégica, alto padrão construtivo e eficiência operacional, fatores essenciais para atender à crescente demanda por centros de distribuição modernos no país.
Atualmente, o portfólio é composto por 33 imóveis, sendo dois em processo de alienação, totalizando 1,3 milhão de metros quadrados de área bruta locável (ABL). O estado de São Paulo concentra cerca de 90% das propriedades, consolidando o fundo na principal região logística do Brasil.
De acordo com o relatório gerencial mais recente, o BTLG11 mantém uma vacância financeira de apenas 1,7%, resultado alcançado após a locação integral do BTLG Campinas, que atingiu 100% de ocupação com a assinatura de um contrato de cinco anos com uma empresa do setor logístico. O contrato envolve 1.300 metros quadrados de área e condições de aluguel alinhadas ao mercado.
Entre as movimentações mais recentes, o fundo está em processo de aquisição dos ativos do SARE11, fundo imobiliário do Santander, avaliados em R$ 448 milhões.













