O Bitcoin (BTC) opera positivamente nesta quarta-feira (21), ultrapassando sua marca histórica registrada no dia 20 de janeiro de 2025, de US$ 109.114,88. Às 14h59 (horário de Brasília), a criptomoeda subia 0,13%, valendo US$ 106.349. Na máxima do dia o valor chegou a US$ 109,701.16, novo patamar estabelecido.
Com isso, o BTC ultrapassa a Amazon (AMZN) novamente na disputa sobre o posto de 5º maior ativo do mundo, após elevar o seu valor de mercado para US$ 2,16 trilhões ante US$ 2,15 trilhões da varejista.
No mês anterior o Bitcoin chegou a atingir a mínima do ano, de US$ 76.320, no dia 8 de abril. Quando os mercados despencaram diante da guerra comercial dos Estados Unidos e China, desde então o BTC já acumula alta de 46%.
Motivo da alta do Bitcoin
Ainda esta semana, na segunda-feira (19), os fundos de índice ou ETFs à vista do Bitcoin negociados nos EUA registraram entrada líquida de US$ 667 milhões, totalizando cerca de US$ 3,3 bilhões somente no mês de maio. Com o cenário de preocupação sobre a saúde fiscal do país, o apelo no BTC como reserva de valor aumentou, fortalecendo o fluxo para em ETFs.
Além disso, empresas e gestoras também aumentaram as compras da criptomoeda, chegando a incluir a Coinbase (COIN) no S&P 500, índice da bolsa de Nova York, apoiando a legitimidade do setor. Às 15h21 (horário de Brasília), os papéis da Coinbase recuavam 0,45%, a US$ 260,21.
A pausa de 90 dias na guerra tarifaria, realizada pelos Estados Unidos, também é uma das causas da quebra do recorde. Em junção à possibilidade de corte de juros ainda em 2025 e o desempenho positivo da regulamentação, o cenário permanece ótimo para a moeda digital.
O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, chegou a afirma que a autoridade monetária tem observado a movimentação dos indicadores da economia antes das próximas decisões sobre redução de juros.






