O fundo imobiliário BTHF11, gerido pelo BTG Pactual, encerrou agosto com lucro líquido 9,1% superior em relação ao mês anterior, passando de R$ 19,333 milhões para R$ 21,093 milhões. As receitas totais foram de R$ 22,646 milhões, sendo R$ 21,077 milhões provenientes da operação recorrente e R$ 1,552 milhão destinados à cobertura de despesas operacionais.
Com isso, o fundo distribuiu R$ 0,092 por cota em dividendos no período, o dividend yield (rendimento de dividendo) anuailzado foi de 13,37%, conforme cotação do último pregão de agosto, de R$ 8,26.
O resultado contábil superou o valor distribuído, alcançando R$ 0,102 por cota, impulsionado por operações pontuais em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). No acumulado de 2025, o retorno é de 15,5%, acima do desempenho do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix) com 11,5%.
Conheça o portfólio do BTHF11
Em agosto, o portfólio do BTHF11 contava com 52% do patrimônio aplicado em fundos imobiliários, dividido entre 25% em FIIs de tijolo e 24,7% em FIIs de papel. Enquanto os CRIs representavam 17,4% da carteira, ativos reais mais 18%, e Ações apenas 0,2% da alocação. O caixa do BTHF11 somava outros 12,2%.
No caso dos CRIs, os indexadores estão aplicados, principalmente, em papéis atrelados ao CDI, com 50,7%, e ao Índice de preços ao consumidor (IPCA), cerca de 47,3%, além de uma pequena parcela de 2% ligada ao IGP-M.
O prazo médio ponderado de vencimento dos títulos é de 3,54 anos, com 15,1% previsto para vencer em até 2 anos, 56% entre 2 e 4 anos, e 28,9% acima desse período.
O portfólio ainda é composto por ativos reais avaliados em R$ 378 milhões, totalizando uma Área Bruta Locável (ABL) de 41.395 metros quadrados. Enquanto os CRIs somam R$ 378 milhões, com ABL de 41.395 metros quadrados, e FIIs e ações respondem por R$ 1,1 bilhão, com um dividend yield de 11,82%.






