O fundo imobiliário PMLL11, antigo MALL11, divulgou o balanço de agosto com lucro líquido de R$ 12,217 milhões, equivalente a R$ 0,87 por cota. O resultado representa um aumento de 9,4% em relação ao mês anterior, quando registrou R$ 11,163 milhões. A receita total do período foi de R$ 13,925 milhões, enquanto as despesas operacionais somaram R$ 1,708 milhão.
Com isso, o fundo distribuiu R$ 0,86 por cota em dividendos no dia 12 de setembro. Segundo a Pátria-VBI Asset, gestora do PMLL11, esse patamar deve ser mantido até o final de 2025. Com base na cotação de R$ 100,25 na data de corte, o dividend yield (rendimento de dividendo) foi de 0,86%.
Além disso, o FII mantém uma reserva de R$ 0,43 por cota, que pode ser utilizada em futuras distribuições para dar estabilidade aos proventos. No acumulado do ano, o fundo apresenta alta de 9,55%.
Maior ocupação da carteira do PMLL11
Em julho, o PMLL11 alcançou a maior taxa de ocupação de sua história, com cerca de 97% do portfólio locado. A alavancagem permanece em 9,9%, estratégia que busca sustentar o crescimento sem comprometer a saúde do capital.
No período, as vendas do portfólio atingiram R$ 1.422 por metro quadrado, alta de 2,2% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado do ano, a elevação chega a 7,7%.
No entanto, o Lucro Operacional Líquido (NOI) por metro quadrado caiu 7,4%, chegando a R$ 88,40, reflexo do desempenho do Madureira Shopping, localizado no Rio de Janeiro, que registrou índices elevados de inadimplência.
Ao longo do ano, por outro lado, o NOI por metro quadrado cresceu 4,2%. Com investimentos em ativos de peso, como os R$ 141 milhões no Barra Malls FII, no qual o PMLL11 é o único cotista. Essa posição garante participações em ativos como o Rio2 Shopping e o Península Open Mall.
Atualmente, o portfólio do fundo conta com 15 empreendimentos distribuídos em diferentes estados, administrados por diversas gestoras de shoppings. Em sua maioria, as posições são minoritárias em ativos dominantes, reforçando a diversificação da carteira.






