O fundo imobiliário PMLL11, anteriormente conhecido como MALL11, divulgou o balanço de julho com lucro líquido de R$ 11,163 milhões, o que equivale a R$ 0,80 por cota. No total, a receita foi de R$ 12,944 milhões, correspondendo a R$ 0,93 por cota, enquanto as despesas operacionais somaram R$ 1,781 milhão, sem efeitos não recorrentes que pudessem ter distorcido os resultados.
Com isso, o fundo distribuiu R$ 0,86 por cota em dividendos aos investidores, com pagamento realizado em 14 de agosto. Parte do valor, entretanto, foi complementada com o uso da reserva acumulada, que passou a ser de R$ 0,42 por cota após a distribuição.
Segundo a Patria Investimentos, gestora do FII, a medida busca linearizar o fluxo de rendimentos do PMLL11, oferecendo maior previsibilidade aos cotistas.
Projeções para o PMLL11
Com base nos resultados recentes, a Patria projeta que o PMLL11 deverá manter os rendimentos mensais próximos de R$ 0,86 por cota até dezembro de 2025. A estimativa considera a atual estrutura de despesas, o desempenho do portfólio e o cenário de investimentos.
No entanto, a gestora ressalta que a previsão não garante rentabilidade futura, já que os rendimentos ainda dependem de fatores de mercado, ocupação dos ativos e comportamento do portfólio.
Movimentações do portfólio
No fechamento de julho, o PMLL11 registrava uma alavancagem de 9,9%, percentual considerado saudável pela gestora, que pretende reduzir gradualmente o índice ao longo de 2026.
Um dos principais destaques do portfólio é a posição de R$ 141 milhões no Barra Malls FII, onde o PMLL11 é o único cotista. Esse fundo detém ativos como o Rio2 Shopping e o Península Open Mall, ambos localizados no Rio de Janeiro.
Além disso, a carteira do PMLL11 é composta por outros 14 empreendimentos distribuídos em diferentes estados, com participações minoritárias em ativos estratégicos. Essa abordagem busca diversificação de riscos e potencialização dos retornos no médio e longo prazo.






