O fundo imobiliário KNRI11, com gestão da Kinea, divulgou os resultados de agosto com lucro líquido de R$ 25,382 milhões, equivalente a R$ 0,90 por cota, representando uma queda de 16,25% em comparação ao mês anterior, quando o fundo havia registrado R$ 30,307 milhões.
Os ganhos foram impulsionados, principalmente, pela receita total de R$ 22,855 milhões, composta, em grande parte, por aluguéis caixa. Além disso, aluguéis antecipados contribuíram com R$ 2,454 milhões, enquanto as aplicações financeiras somaram R$ 3,908 milhões, considerando juros e demais rendimentos.
Os resultados reforçaram o caixa do fundo em R$ 1,76 milhão e resultaram na distribuição de R$ 1,00 por cota em dividendos, valor consistente com os meses anteriores. O pagamento está previsto para 12 de setembro.
Redução na vacância do KNRI11
O relatório operacional também destacou os avanços na redução da vacância, resultado da assinatura de dois novos contratos de locação na Torre Crystal, localizada no Complexo Rochaverá, em São Paulo.
Os espaços foram ocupados pela AG Capital, que assumiu 759 metros quadrados, e pela ECB, do Grupo Mota-Engil, que alugou uma área de 446 metros quadrados na mesma torre.
Com essas movimentações, a vacância física caiu 0,10 ponto percentual (p.p.), passando de 4,35% para 4,25%. Já a vacância financeira recuou levemente de 6,15% para 6,14%, enquanto a vacância financeira ajustada, considerando as carências previstas em contratos, passou de 7,07% para 6,99%.
Os indicadores refletem o desempenho do portfólio, que atualmente é composto por 21 ativos, sendo 13 edifícios corporativos e 8 centros logísticos. O KNRI11 mantém a diversificação entre os dois tipos visando o equilíbrio na geração de receitas.
Os contratos estão formalizados em longo prazo, com média de 9,27 anos, sendo 7,82 anos para imóveis de escritórios e 11,11 anos para os logísticos. O prazo médio remanescente, por outro lado, está em 3,54 anos, com 3,02 anos para escritórios e 4,19 anos para logística.






