As ações da Petrobras (PETR4) operam em alta pelo segundo dia consecutivo nesta quarta-feira (11), em decorrência do desempenho do petróleo que avança quase 2% e opera na máxima em sete semanas.
Às 14h28 (horário de Brasília), os papéis registravam ganhos de 1,63%, cotados a R$ 30,54. Enquanto o contrato mais líquido do Brent, referência mundial no ramo, para agosto, tinha alta de 2,53%, valendo US$ 68,56 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Os efeitos também atingiram outras petroleiras, no mesmo período, a Brava Energia (BRAV3) subia 2,28%, a R$ 20,23, já a Prio (PRIO3) tinha avanço de 0,99%, a R$ 42,99.
Sonda da Petrobras (PETR4)
Além do crescimento do petróleo, uma nova movimentação também causa impactos positivos na alta do PETR4. A petroleira irá realizar um simulado de emergência em águas ultraprofundas na Bacia da Foz do Amazonas.
Segundo a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, a sonda para operação já deixou o Rio de Janeiro, rumo à costa do Amapá, afirmou nesta terça-feira (10). O simulado está marcado para a segunda quinzena de julho, sendo o último passo antes que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) decida sobre a licença de perfuração na região, que contém grandes possíveis reservas do combustível.
Com isso, é esperado que a Petrobras finalmente consiga o aval do Ibama para iniciar a exploração, buscado há anos. No processo, a companhia enfrenta diversos desafios, como as questões regulatórias e as críticas de diferentes grupos sobre os impactos ambientais que causará.
A atividade deve impulsionar a estatal, abrindo espaços para os investidores que procuram novos reservatórios de petróleo e uma oportunidade de valorização das ações da companhia. Somado à demanda por petróleo, o avanço dessa empreitada pode aumentar a confiança dos investidores e provocar uma valorização significativa nos papéis da empresa.






