A Bradesco Asset, gestora de fundos do banco, anunciou nesta segunda-feira (19) o lançamento dos seus dois primeiros fundos de índices (ETFs) de ações chinesas que estarão listados na bolsa de valores brasileira (B3), disponíveis a partir do dia 26 de maio.
O “B-Index Connect China Universal CSI 300” e o “B-Index Connect China AMC ChiNext”, como são chamados, sendo os primeiros do mercado a investirem em ações de empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzen.
Os fundos fazem parte do programa ETF Connect — que opera em meio a um acordo de cooperação entre a B3 e a bolsa de Xangai e Shenzen —, que permitirá o acesso dos investidores brasileiros aos índices CSI 300 e ChiNext, a partir de aplicações de R$ 100.
Novos ETFs do Bradesco
Com as maiores empresas da China compondo a carteira, como a fabricante de carros BYD e cerca de outras 300 companhias, o B-Index Connect China Universal CSI 300 (código PKIN11) acompanha o indicador CSI 300, e espelha um ETF negociado no país asiático.
Enquanto o B-Index Connect China AMC ChiNext (código TEXC11), que também espelha um ETF negociado na China, segue a linha do ChiNext, conhecido por conter empresas de médio e pequeno portes, que atuam no setor da tecnologia, manufatura, e serviços.
“Acreditamos no potencial da China, que apresenta grandes oportunidades de investimento em diversos setores. Os ETFs novos proporcionam ao investidor brasileiro a chance de diversificação, ao acessar empresas desse pujante mercado de maneira simplificada”, afirma o diretor da Bradesco Asset, Ricardo Eleutério, reforçando a estratégia do banco de ampliar ofertas internacionais da gestora.
Ademais, a taxa de administração cobrada aos investidores junto aos R$ 100 de aplicação é de 0,89% ao ano, sendo 0,30% da administração brasileira, e 0,59% da estrangeira. Contando com 29 milhões de cotistas, o patrimõnio líquido chega a R$ 195 milhões.






