O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix) fechou em alta nesta terça-feira (13), renovando sua máxima histórica intradia. No encerramento da sessão, o indicador registrou valorização de 0,21% em relação à véspera, após atingir 3.797,35 pontos ao longo do pregão.
O movimento representa estabilidade para o índice, que já vinha acumulando desempenho positivo desde dezembro de 2025, período marcado por volatilidade moderada e fortalecimento gradual da tendência de alta.
Na abertura da sessão, o Ifix apresentava leve recuo, alcançando a mínima do dia em 3.786,94 pontos. No entanto, a partir do início da tarde, o indicador passou a subir, com a alta se intensificando no fim do pregão.
Em 2026, o principal índice da indústria de fundos imobiliários na B3 já acumula sequência de altas e reforça o viés altista de curto prazo, aproximando-se da marca simbólica dos 3.800 pontos, com valorização acumulada de 0,54%. O desempenho reflete um mercado de FIIs mais forte, sustentado por maior fluxo comprador.
Desempenho dos fundos no IFix
Na ponta positiva do índice, o destaque foi o JSCR11, fundo da Safra, que liderou as altas do dia, com avanço de 3,37%, cotado a R$ 8,58. Em seguida, apareceu o TGAR11, gerido pela TGA Core Asset, com valorização de 2,99%, aos R$ 91,99.
Em contrapartida, na ponta negativa figuraram os fundos CCME11, da Canuma Capital, e URPR11, da Urca Gestão, com queda de 1,75% (R$ 8,96) e 1,56% (R$ 37,75), respectivamente.
Confira os principais destaques do Ifix nesta terça-feira (13):
| Ticker | Variação | Valor |
|---|
| JSCR11 | +3,37% | R$ 8,58 |
| TGAR11 | +2,99% | R$ 91,99 |
| KORE11 | +1,64% | R$ 72,34 |
| KCRE11 | +1,47% | R$ 8,97 |
| VINO11 | +1,36% | R$ 5,21 |
| CCME11 | -1,75% | R$ 8,96 |
| URPR11 | -1,56% | R$ 37,75 |
| HSAF11 | -1,46% | R$ 80,80 |
| RBFF11 | -0,98% | R$ 52,72 |
| MCRE11 | -0,83% | R$ 9,59 |
A carteira teórica do Ifix conta atualmente com 113 fundos imobiliários. Suas atualizações ocorrem a cada quatro meses, levando em consideração critérios como valor patrimonial, regularidade no pagamento de dividendos e liquidez das cotas. A revisão mais recente foi realizada em 5 de janeiro, com validade até abril.










