Encerrando fevereiro, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix) fechou o mês com alta de 1,32%. Além disso, o último pregão do período foi marcado por avanço de 0,69%, levando o indicador aos 3.911,99 pontos.
O desempenho reflete a volatilidade observada na primeira metade do mês. Até o dia 12 de fevereiro, o Ifix acumulava queda de 0,73%, movimento que foi revertido após uma sequência de pregões positivos, resultando em valorização de 2,06% até o encerramento do mês. Ainda em fevereiro, o índice renovou sua máxima histórica, ao atingir 3.991,99 pontos.

Ifix: Movimentação por segmento
Segundo dados da XP, a movimentação positiva foi impulsionada, principalmente, pelos fundos imobiliários mais sensíveis ao comportamento da curva de juros, tanto nominal quanto real. Esse cenário favoreceu ativos que haviam sido mais pressionados no início do mês.
Entre os segmentos, destacaram-se os fundos de tijolo, que apresentaram o melhor desempenho agregado, com avanços relevantes nos fundos de shoppings e nos fundos logísticos. Já os FIIs de lajes corporativas registraram valorização mais contida, em meio a um cenário de pressão vendedora sobre ativos específicos ao longo de fevereiro.
Ademais, os Fundos de Fundos (FoFs) avançaram 1,73% no mês, enquanto os fundos Multiestratégia registraram alta de 0,54%. Os fundos de papel, por sua vez, subiram 1,22%, mesmo diante de um período sazonalmente mais desafiador para os indexadores de inflação.
Fundos imobiliários em destaque
o destaque positivo ficou com o TRBL11, gerido pela Rio Bravo em conjunto com a Tellus. O fundo avançou 14,07% em fevereiro, encerrando o mês cotado a R$ 78,65. No acumulado de 2026, a valorização chega a 20,37%, com volume financeiro negociado de R$ 1,7 milhão no período.
Na ponta negativa, por outro lado, o DEVA11, da Devant Asset, registrou recuo de 8,08% em fevereiro, fechando a R$ 25,25. O fundo movimentou R$ 646,1 mil no mês e acumula queda de 2,73% em 2026.
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